Confraternidade de Santa Filomena

Recado do Diretor Espiritual

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2020-04-05

Domingo de Ramos – Ano A


Leitura da Epístola do Apóstolo São Paulo aos Filipenses (Fil 2,6-11)

Ideia principal: O exemplo de Cristo ilustra a Palavra de Deus escutada: Jesus, sendo Deus, assumiu a condição de servo, seguindo o caminho da obediência ao Pai e do serviço aos homens.
- A II Leitura deste Domingo de Ramos, que inicia a Semana Santa, é um hino que narra a história de Jesus. São Paulo sentia muito orgulho nos Filipenses, apesar de a inveja minar a relação entre os irmãos… Como antídoto para esse veneno, aponta o exemplo de Jesus que sendo Deus Se fez servo dos homens e por eles suportou a morte na Cruz, expressão do caminho que, por Ele, Deus nos propõe: dar a vida por amor.
- O hino – provavelmente pré-paulino, mas na época muito usado nas celebrações litúrgicas dos cristãos – define com precisão o “despojamento” (kenosis) de Cristo: não deixou de ser Deus, mas assumiu a condição humana e aceitou a morte infamante - a morte de Cruz. No entanto, a Sua entrega não foi uma derrota, nem um fracasso; ao contrário, da Sua obediência ao Pai resultou a ressurreição e a glória.
- A esta exaltação da humanidade de Jesus corresponde o Nome que Lhe é dado por Deus, o mesmo nome com que o próprio Deus é designado no Antigo Testamento: “Kyrios-Senhor”, nome divino, tradução de Yahwéh. Quem o proclamar reconhece que Jesus é Deus, que está na glória de Deus Pai, que o Seu domínio se estende toda a criação. Jesus Cristo é Senhor! Reina sobre toda a terra e preside à História!


Rezar a Palavra e contemplar o Mistério


Cristo Jesus, único Senhor, condutor da História, Servo sofredor e humilde, que fizeste da Tua vida da um dom para todos, e assim nos mostras o caminho que conduz à glória! Nos tempos conturbados que vivemos percebe-se que os “ganhadores” são os que servem, quem trata dos doentes, quem recolhe o lixo, os que garante a segurança, o abastecimento… Senhor que Te fizeste servo, ensina-me a aprender conTigo! Amem.


LEITURA II – Fil 2, 6-11


Cristo Jesus, que era de condição divina,
não Se valeu da sua igualdade com Deus,
mas aniquilou-Se a Si próprio.
Assumindo a condição de servo,
tornou-Se semelhante aos homens.
Aparecendo como homem, humilhou-Se ainda mais,
obedecendo até à morte e morte de cruz.
Por isso Deus O exaltou
e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes,
para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem
no céu, na terra e nos abismos,
e toda a língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor,
para glória de Deus Pai.


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ADOTE UM AGONIZANTE


Como? Basta recitar o Terço da Divina Misericórdia por uma pessoa concreta, em estado terminal, que não teve oportunidade de se abeirar dos Sacramentos em tempo útil.
Esta iniciativa, já muito divulgada em Itália, tem origem na leitura das promessas de Jesus a Santa Faustina Kowalska, que escreve no seu diário:


"Quando entrei na capela, Jesus disse-me: «Minha filha, ajuda-Me a salvar um pecador agonizante. Reza por ele o terço (ou a coroa) que te ensinei».
Ao começar a rezar o terço, vi um moribundo entre terríveis tormentos e lutas. Defendia-o o Anjo da Guarda que, contudo, era impotente face à enorme miséria daquela alma, que uma multidão de demónios aguardava.
Mas enquanto eu recitava o terço, vi Jesus tal como está representado na imagem. Os raios que saíram do Coração de Jesus envolveram o doente e os poderes das trevas fugiram em pânico. O doente morreu em paz.
Quando voltei a mim, compreendi a importância que tem o Terço da Divina Misericórdia rezado junto dos agonizantes: ele atrai a misericórdia de Deus."



Saiba como rezar o Terço da Divina Misericódia.