Confraternidade de Santa Filomena

Recado do Diretor Espiritual

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2020-10-11

XXVIII Domingo do Tempo Comum – Ano A


Leitura da Epístola de São Paulo aos Filipenses
(Filip 4,12-14.19-20)


Ideia principal: A comunidade de Filipos é um exemplo para as comunidades do Reino: generosa e solidária, comprometida na vivência do amor e no anúncio do Evangelho.
- Paulo, emocionado, agradece os dons recebidos da comunidade de Filipos. Será o texto um bilhete agradecendo a ajuda prestada (Fil 4, 10-13), escrito logo após chegada de Epafrodito, mais tarde integrado na Carta aos Filipenses? Assim pensam alguns dos seus estudiosos. Paulo vê nos bens materiais doados, mais do que um gesto de apoio à sua pessoa, mas ao ministério que exerce e ao anúncio do Evangelho.
- Paulo está certo de que a caritativa dos filipenses os beneficiará a eles em primeiro lugar: Deus sempre recompensa generosamente os que dão com alegria. Por outro lado, ele, que “sabe viver tanto na pobreza como na abundância”, está mais habituado às privações, não fazendo depender a sua missão de qualquer benefício material; é Cristo que lhe dá coragem para enfrentar as exigências da evangelização.
- É, pois, de Cristo, que brota esta “liberdade interior” de Paulo. Porém aqueles que, como ele, colocam a sua vida ao serviço dos irmãos, não deixam de ter sentimentos: sofrem com a ingratidão e alegram-se com as manifestações de estima e de afeto. As nossas comunidades devem ter como referência a comunidade de Filipos, e ter gestos de reconhecimento para quem está ao seu serviço e ao serviço do Reino.


Rezar a Palavra e contemplar o Mistério


Jesus, Palavra encarnada! Em vésperas do Dia Mundial das Missões, a Palavra confronta-nos com a comunidade de Filipos. A solicitude dos filipenses por Paulo é sinal da vontade que eles têm de colaborar na expansão do Reino. Assim deveriam ser as comunidades cristãs e os cristãos: participar, de forma mais direta ou menos direta, na missão. Jesus, que eu faça a minha parte, já que todos somos enviados! Amem.


LEITURA II – Filip 4, 12-14.19-20


Irmãos:
Sei viver na pobreza e sei viver na abundância.
Em todo o tempo e em todas as circunstâncias,
tenho aprendido a ter fartura e a passar fome,
a viver desafogadamente e a padecer necessidade.
Tudo posso n’Aquele que me conforta.
No entanto, fizestes bem em tomar parte na minha aflição.
O meu Deus proverá com abundância
a todas as vossas necessidades,
Segundo a sua riqueza e magnificência, em Cristo Jesus.
Glória a Deus, nosso Pai,
pelos séculos dos séculos. Amem.


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ADOTE UM AGONIZANTE


Como? Basta recitar o Terço da Divina Misericórdia por uma pessoa concreta, em estado terminal, que não teve oportunidade de se abeirar dos Sacramentos em tempo útil.
Esta iniciativa, já muito divulgada em Itália, tem origem na leitura das promessas de Jesus a Santa Faustina Kowalska, que escreve no seu diário:


"Quando entrei na capela, Jesus disse-me: «Minha filha, ajuda-Me a salvar um pecador agonizante. Reza por ele o terço (ou a coroa) que te ensinei».
Ao começar a rezar o terço, vi um moribundo entre terríveis tormentos e lutas. Defendia-o o Anjo da Guarda que, contudo, era impotente face à enorme miséria daquela alma, que uma multidão de demónios aguardava.
Mas enquanto eu recitava o terço, vi Jesus tal como está representado na imagem. Os raios que saíram do Coração de Jesus envolveram o doente e os poderes das trevas fugiram em pânico. O doente morreu em paz.
Quando voltei a mim, compreendi a importância que tem o Terço da Divina Misericórdia rezado junto dos agonizantes: ele atrai a misericórdia de Deus."


Saiba como rezar o Terço da Divina Misericódia.

ConegoArmandoDuarte

Cónego Armando Duarte