Confraternidade de Santa Filomena

Recado do Diretor Espiritual

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2020-10-04

XXVII Domingo do Tempo Comum – Ano A


Leitura da Epístola de São Paulo aos Filipenses (Filip 4, 6-9)


Ideia principal: Viver na alegria e na serenidade, respeitando o que é verdadeiro, nobre, justo e digno, são os frutos que Deus espera dos Filipenses e de todos os que fazem parte da Sua “vinha”.
- O texto que nos é proposto neste domingo pertence à parte final da carta enviada pelo Apóstolo Paulo aos cristãos da cidade grega de Filipos. Paulo está preso em Éfeso, sem saber se será posto em liberdade ou condenado à morte, mas está tranquilo. Como ele próprio recomenda aos destinatários da carta, o cristão deve viver na alegria, enfrentando a vida sem medo e sentir-se seguro nos braços amorosos do Pai.
- Onde encontra o discípulo a graça da tranquilidade mesmo no meio das maiores provações? Na oração! “Em todas as circunstâncias […], orações com súplicas e ações de graças” (v 6). A oração não é uma vaga união a Deus, mas deve concreta, com súplicas e ações de graças; também não se deve estar reservada para determinadas ocasiões ou circunstâncias, ou a alguns momentos do dia… deve ser constante!
- Naquele que reza, as aflições dão lugar à alegria, que não tem nada a ver com gargalhadas frívolas ou otimismos irritantes… é o estado normal de quem, nesta comunhão de vida com Deus, vai naturalmente cultivando as virtudes morais naturais: a verdade, a nobreza, a justiça, a pureza, a amabilidade e a boa reputação. Paulo convida os filipenses a porem em prática estas recomendações, seguindo o seu exemplo.


Rezar a Palavra e contemplar o Mistério


Ó Cristo, vida de Paulo! Em palavras de antologia, o Apóstolo apresenta-nos “a carta magna do humanismo cristão”. Valores do mundo que os cristãos devem assumir e que a graça eleva à ordem sobrenatural. Senhor, Tu que pegaste em Paulo e o identificaste conTigo, converte-me também a mim e ajuda-me a viver na alegria, sem medo, cultivando no meu agir tudo o que são virtudes humanas. Amem.


LEITURA II – Filip 4, 6-9


Irmãos:
Não vos inquieteis com coisa alguma.
Mas, em todas as circunstâncias,
apresentai os vossos pedidos diante de Deus,
com orações, súplicas e ações de graças.
E a paz de Deus, que está acima de toda a inteligência,
guardará os vossos corações
e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.
Quanto ao resto, irmãos,
tudo o que é verdadeiro e nobre,
tudo o que é justo e puro,
tudo o que é amável e de boa reputação,
tudo o que é virtude e digno de louvor
é o que deveis ter no pensamento.
O que aprendestes, recebestes,
ouvistes e vistes em mim
é o que deveis praticar.
E o Deus da paz estará convosco.


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ADOTE UM AGONIZANTE


Como? Basta recitar o Terço da Divina Misericórdia por uma pessoa concreta, em estado terminal, que não teve oportunidade de se abeirar dos Sacramentos em tempo útil.
Esta iniciativa, já muito divulgada em Itália, tem origem na leitura das promessas de Jesus a Santa Faustina Kowalska, que escreve no seu diário:


"Quando entrei na capela, Jesus disse-me: «Minha filha, ajuda-Me a salvar um pecador agonizante. Reza por ele o terço (ou a coroa) que te ensinei».
Ao começar a rezar o terço, vi um moribundo entre terríveis tormentos e lutas. Defendia-o o Anjo da Guarda que, contudo, era impotente face à enorme miséria daquela alma, que uma multidão de demónios aguardava.
Mas enquanto eu recitava o terço, vi Jesus tal como está representado na imagem. Os raios que saíram do Coração de Jesus envolveram o doente e os poderes das trevas fugiram em pânico. O doente morreu em paz.
Quando voltei a mim, compreendi a importância que tem o Terço da Divina Misericórdia rezado junto dos agonizantes: ele atrai a misericórdia de Deus."


Saiba como rezar o Terço da Divina Misericódia.

ConegoArmandoDuarte

Cónego Armando Duarte