Confraternidade de Santa Filomena

Recado do Diretor Espiritual

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2020-08-02

XVIII Domingo do Tempo Comum – Ano A


Leitura da Epístola de São Paulo aos Romanos (Rom 8,35.37-39)


Ideia principal: Eis um hino ao amor de Deus pelos homens. Por esse amor, Ele enviou ao mundo o Seu próprio Filho, a fim de nos possibilitar a participação no banquete da vida eterna.
- Terminamos hoje o capítulo VIII da Carta aos Romanos que nos ocupa há alguns domingos; constitui o âmago do ensino doutrinal da epístola, mas é também um ponto alto do pensamento paulino. Depois de expor a realidade da nossa libertação em Cristo e da vida no Espírito, garantia da nossa filiação divina e da salvação, o Apóstolo irrompe num impressionante hino, um apaixonado e vibrante cântico de vitória.
- São Paulo enumera sete dificuldades que podem retardar a renúncia à vida do egoísmo e do pecado – a vida “segundo a carne” – para ascender à situação de “filhos de Deus” – a vida “segundo o Espírito”: “a tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada”. Como enumeraria, cada um de nós, nos nossos dias, as dificuldades que põem em perigo a adesão a Cristo? Fica lançado o desafio…
- Apesar dos mil desafios que, dia a dia, se põem ao crente que segue o caminho de Jesus, o cristão pode e deve confiar no êxito final. Porquê? “Nada poderá separar-nos do amor de Cristo”; “Se Deus é por nós, quem será contra nós”? Nada nem ninguém pode derrotar aquele que é objeto do amor imenso e imortal de Deus. É esta realidade única e sublime que dá firmeza inabalável à esperança cristã.


Rezar a Palavra e contemplar o Mistério


Senhor, minha força e meu protetor…quantas circunstâncias poderiam esmorecer a minha fé… aquelas que São Paulo aponta, e outras: o medo de perder oportunidades de sucesso mundano; o abatimento, quando me dou conta das minhas próprias fraquezas e incoerências; os respeitos humanos, por recear ser rejeitado pelos outros… Mas a Tua Palavra grita-me: “Não receies, Eu amo-te!”. Dou-te graças, Senhor. Amem!


LEITURA II – Rom 8, 35.37-39


Irmãos:
Quem poderá separar-nos do amor de Cristo?
A tribulação, a angústia, a perseguição,
a fome, a nudez, o perigo ou a espada?
Mas em tudo isto somos vencedores,
graças Àquele que nos amou.
Na verdade, eu estou certo de que nem a morte nem a vida,
nem os Anjos nem os Principados,
nem o presente nem o futuro,
nem as Potestades nem a altura nem a profundidade
nem qualquer outra criatura
poderá separar-nos do amor de Deus,
que se manifestou em Cristo Jesus, Nosso Senhor.


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ADOTE UM AGONIZANTE


Como? Basta recitar o Terço da Divina Misericórdia por uma pessoa concreta, em estado terminal, que não teve oportunidade de se abeirar dos Sacramentos em tempo útil.
Esta iniciativa, já muito divulgada em Itália, tem origem na leitura das promessas de Jesus a Santa Faustina Kowalska, que escreve no seu diário:


"Quando entrei na capela, Jesus disse-me: «Minha filha, ajuda-Me a salvar um pecador agonizante. Reza por ele o terço (ou a coroa) que te ensinei».
Ao começar a rezar o terço, vi um moribundo entre terríveis tormentos e lutas. Defendia-o o Anjo da Guarda que, contudo, era impotente face à enorme miséria daquela alma, que uma multidão de demónios aguardava.
Mas enquanto eu recitava o terço, vi Jesus tal como está representado na imagem. Os raios que saíram do Coração de Jesus envolveram o doente e os poderes das trevas fugiram em pânico. O doente morreu em paz.
Quando voltei a mim, compreendi a importância que tem o Terço da Divina Misericórdia rezado junto dos agonizantes: ele atrai a misericórdia de Deus."


Saiba como rezar o Terço da Divina Misericódia.

ConegoArmandoDuarte

Cónego Armando Duarte